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	<title>À Distância também se Aprende</title>
	<link>http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs</link>
	<description>Marta Barroso</description>
	<pubDate>Thu, 05 Jul 2007 21:58:40 +0000</pubDate>
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		<title>Avaliação on-line segundo a Dra. Maria João Gomes.</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jul 2007 21:58:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marta</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Na sexta-feira dia 29 de Junho, na aula de Educação à Distância tivemos a oportunidade de esclarecer algumas dúvidas sobre como pode ser feita a avaliação on-line.         A avaliação é sempre um factor crítico, até mesmo no ensino presencial. Isso porque, os instrumentos utilizados são padronizados e uniformes, ou seja são iguais para todos os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Na sexta-feira dia 29 de Junho, na aula de Educação à Distância tivemos a oportunidade de esclarecer algumas dúvidas sobre como pode ser feita a avaliação on-line.</span><span><span>         </span>A avaliação é sempre um factor crítico, até mesmo no ensino presencial. Isso porque, os instrumentos utilizados são padronizados e uniformes, ou seja são iguais para todos os alunos (por exemplo os testes de avaliação). Isto faz com que as particularidades individuais sejam ignoradas. Acontece actualmente que a avaliação que queremos valorizar, é aquela que reconhece o percurso evolutivo do aluno, mas no entanto acabamos sempre por aferir um único momento de avaliação. O percurso do aluno nunca é reflectido, o mesmo acontece na avaliação on-line. O que acontece é que, na avaliação on-line temos o mesmo tipo de estratégias de avaliação do ensino presencial, mas não tem de ser forçosamente assim. Há outras oportunidades. Temos de pensar noutras alternativas para avaliar em contexto on-line.</span><span>Temos muitas vezes a preocupação no ensino presencial e on-line de controlar a autenticidade, ou seja o não plagio das produções. Mesmo no dia a dia escolar confrontamo-nos muitas vezes com isso, ou seja, não podemos ter a garantia que determinado trabalho pertença aquele aluno. Este é um problema que muitas vezes nos colocamos. Pois nós, professores temos sempre a preocupação quando avaliamos de controlar a autenticidade do formando e a sua originalidade. Na avaliação on-line também os formadores são confrontados com os dois tipos de situações anteriores.</span><span>Umas das alternativas já utilizadas com o intuito de avaliar os alunos on-line, são os <span>momentos de comunicação síncrona</span>. São momentos, que mesmo que assumam um carácter informal, permitem ao formador conhecer o estilo próprio de cada formando. Isso com uma certa continuidade no tempo ajuda-nos a construir o perfil do aluno. É esse perfil que nos permite, não com conhecimento, ir tendo a noção de que aquele formando é ele e não outra pessoa que entrou com o nome dele. </span><span><span>         </span>No entanto, existem ainda outras formas de avaliação tendo em conta as questões da autentificação e da identidade. É o exemplo dos <span>portefólios digitais</span>. Se olharmos todos para os nossos portefólios digitais, temos consciência que cada aluno tem uma temática preferida. Ou seja, coloca mais informações sobre essa temática. Este aspecto faz com que se crie um perfil do aluno e da sua competência.</span><span>Através das <span>reflexões críticas</span>, que são também instrumentos importantes de avaliação, pois são de facto bastante personalizados.</span><span>Um outro instrumento, é a utilização de <span>Podcast</span>. Hoje é tão fácil produzir e colocar ficheiros áudios que também é uma forma de autenticidade.</span><span>Os professores têm uma grande capacidade em utilizar ferramentas que não são propriamente ditas da educação e adaptá-las á educação. O Podcast é mais um recurso pedagógico, e mais um instrumento que certifica a autenticidade dos alunos.</span></p>
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		<title>O Podcast</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jun 2007 17:49:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marta</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O termo podcast é relativamente novo e surgiu em 2004 por Adam Curry (DJ) e Dave Winer (criador de software) que criaram um programa que permitia descarregar automaticamente transmissões de rádio na Internet para os iPods (Moura e Carvalho, 2006a). Por ser uma tecnologia relativamente nova, ainda com muitas possibilidades a serem exploradas, o seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2" face="TimesNewRomanPSMT"><span>O termo podcast é relativamente novo e surgiu em 2004 por Adam Curry (DJ) e Dave Winer (criador de software) que criaram um programa que permitia descarregar automaticamente transmissões de rádio na Internet para os iPods (Moura e Carvalho, 2006a). </span><span>Por ser uma tecnologia relativamente nova, ainda com muitas possibilidades a serem exploradas, o seu conceito ainda se encontra muito ligado a disponibilização de programação musical dado que a definição de podcasting é resultante da soma das palavras Ipod e broadcasting. Porém esta realidade tem vindo a alterar-se dada a utilização do podcasting em várias áreas do saber, seja eles no âmbito dos negócios para disponibilizar reuniões, programas de telejornais e entretenimento, programas de carácter científico e, actualmente, utilizado na educação para transmissão de aulas e formação a distância. A popularidade desta tecnologia é cada vez mais crescente nos EUA, Europa e até mesmo nos países em desenvolvimento como o Brasil. </span><span>O podcast surge como uma tecnologia alternativa de auxílio ao ensino tanto presencial (Moura &amp; Carvalho, 2006a) como a distância (Moura &amp; Carvalho, 2006b), pois permite disponibilizar materiais didácticos como aulas, documentários e entrevistas em formato áudio que podem ser ouvidos a qualquer hora e em diferentes espaços geográficos. O podcast tem uma série de atributos que podem ser aproveitados por uma grande quantidade de pessoas que precisam de formação, mas que dispõem de pouco tempo para leitura e formação. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Segundo Vilatte (2005) “cada ano os nossos alunos estão mais motivados para as tecnologias informáticas e menos motivados para os métodos tradicionais de ensino. Para conseguir cumprir a nossa missão de formar os alunos, temos a obrigação de adaptar os nossos métodos de ensino às novas tecnologias”.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span></span></p>
<p><span>Segundo:  </span><span><strong><span>João Batista Bottentuit Junior </span></strong><strong><span></span></strong><span>Faculdade de Ciências, Universidade do Porto </span><strong><span>Clara Coutinho, Ana Amélia Carvalho e Sónia Cruz </span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span>Instituto de Educação e Psicologia, Universidade do Minho</span></p>
<p class="MsoNormal"><span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Seguidamente será apresentado um vídeo explicativo sobre o Podcast.</span></p>
<p><span><code></code> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p></span></p>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p></font></p>
]]></content:encoded>
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		<title>E-Learning dos conceitos às perspectivas de desenvolvimento.</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jun 2007 10:25:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marta</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[E-Learning]]></category>

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		<description><![CDATA[
Numa era dominada pelas novas tecnologias, em que grande parte da população mundial possui um computador pessoal e utiliza a Internet, surge uma forma inovadora de ensino a distância - o e-learning - em que o formando, sem necessidade de se deslocar do seu local de trabalho, no conforto de sua casa ou em qualquer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/06/introducao-ao-e-learning.jpg" title="Introdução ao E-Learning"><img width="169" src="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/06/introducao-ao-e-learning.jpg" alt="Introdução ao E-Learning" height="227" /></a></p>
<p><font size="2" color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><span></span></font><font size="2" color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><span><span><font size="3" face="Times New Roman"><font size="2" color="#333333" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Numa era dominada pelas novas tecnologias, em que grande parte da população mundial possui um computador pessoal e utiliza a Internet, surge uma forma inovadora de ensino a distância - o e-learning - em que o formando, sem necessidade de se deslocar do seu local de trabalho, no conforto de sua casa ou em qualquer outro lugar, pode evoluir na sua formação pessoal ou profissional. Conhecer as vantagens e estar atento às desvantagens do e-learning é fundamental para poder aproveitar ao máximo esta nova forma de formação.</font></font></span></span></font></p>
<p><font size="2" color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><span><span></span></span></font><font size="2" color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><span><span><font size="3" face="Times New Roman"><a href="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/06/e-learning-como-oportuniddae-de-negocio.jpg" title="E-Learning como oportunidade de negócio"><img width="172" src="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/06/e-learning-como-oportuniddae-de-negocio.jpg" alt="E-Learning como oportunidade de negócio" height="272" /></a></font></span></span></font></p>
<p><font size="2" color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><span><span></span></span></font><font size="2" color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><span><span></span></span></font><font size="2" color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><span><font size="2" color="#333333" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nos últimos anos, o mercado do e-learning tem crescido de uma forma estrondosa, sendo várias as empresas que oferecem produtos e serviços direccionados para este tipo de formação a distância e várias as empresas que adoptam o e-lerning como motor do desenvolvimento dos seus negócios. Visando aumentar a eficácia dos processos de formação, na perspectiva de oportunidade de negócio, as inúmeras decisões a tomar exigem uma análise cuidada e detalhada.</font></span></font><font size="2" color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><span> </span></font><font size="2" color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><span><a href="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/06/o-valor-do-e-learning.jpg" title="O valor do E-Learning."><img width="170" src="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/06/o-valor-do-e-learning.jpg" alt="O valor do E-Learning." height="267" /></a></p>
<p></span></font><font size="2" color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><span><font size="2" color="#333333" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O mercado actual está sempre a mudar e as práticas de gestão têm evoluído de forma galopante, pelo que é necessária uma formação permanente que permita acompanhar essa evolução. Contudo, quando uma empresa, ou uma instituição, decide implantar uma solução de e-learning, tem de ter em conta o retorno do investimento (ROI). É necessário que o e-learning se centre no negócio e que o papel que ele assume na cadeia de valor da empresa seja destacado.</font></span></font><font size="2" color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><span><a href="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/06/futuro-do-e-learning.jpg" title="Futuro do E-Learning."><img width="172" src="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/06/futuro-do-e-learning.jpg" alt="Futuro do E-Learning." height="254" /></a></p>
<p></span></font><font size="2" color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><span><font size="2" color="#333333" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O e-learning deve ser encarado como uma solução estratégica para as empresas. Para que isso aconteça, há ainda várias questões em aberto para as quais esta obra pretende alertar. Qual o futuro de integração do e-learning com o software empresarial? Que standards irão vingar e porquê? Que perspectivas tem o e-learning sobre dispositivos móveis? As respostas a estas questões são fundamentais para o futuro desta solução.</font></span></font><font size="2" color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><span><font size="2" color="#333333" face="Verdana">Para mais informações: <a href="http://www.spi.pt/madilearning/default.htm">http://www.spi.pt/madilearning/default.htm</a></font></p>
<p></span></font></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O E-Learning segundo Carlos Vaz de Carvalho</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jun 2007 23:36:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marta</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[E-Learning]]></category>

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		<description><![CDATA[ Carlos Vaz de Carvalho é Licenciado e Mestre em Engenharia Electrotécnica e de Computadores pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e Doutorado em Sistemas e Tecnologias da Informação pela Escola de Engenharia da Universidade do Minho.Actualmente, é director de E-Learning do Instituto Superior de Engenharia do Porto, tendo dirigido, entre 1997 e 2000, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/06/vazdecarvalho2.jpg" title="Fotografia de Carlos Vaz de Carvalho"><img src="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/06/vazdecarvalho2.thumbnail.jpg" alt="Fotografia de Carlos Vaz de Carvalho" /></a><span></span><span></span><span> <span><strong>Carlos Vaz de Carvalho </strong></span><span>é Licenciado e Mestre em Engenharia Electrotécnica e de Computadores pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e Doutorado em Sistemas e Tecnologias da Informação pela Escola de Engenharia da Universidade do Minho.</span><span>Actualmente, é director de E-Learning do Instituto Superior de Engenharia do Porto, tendo dirigido, entre 1997 e 2000, a Unidade de Ensino a Distância do Instituto Politécnico do Porto. Professor adjunto do Departamento de Engenharia Informática do Instituto Superior de Engenharia do Porto desde 1994, preside hoje a este departamento. É autor de mais de 50 artigos e comunicações nesta área, destacando-se o livro Evaluating E-Learning, no âmbito do projecto europeu GALECIA.</span><span> </span><span><span><strong>Resumo da participação numa Aula Aberta do Dr. Carlos Vaz de Carvalho na Universidade Católica Portuguesa no dia 09 de Junho de 2007 (11h- 13h).</strong></span></p>
<p></span><span></span><span><strong>1- Definição:</strong></span><span><span> </span></span></p>
<p><span><span></span>E-Learning é um processo planeado em que o ensino/aprendizagem ocorrem em momentos diferentes e são suportados por plataformas tecnológicas de informação e comunicação, pelo que exige técnicas pedagógicas especiais. O mesmo acontece quando um processo de formação combina, de forma relevante, actividades presenciais com actividades on-line através de Blended Learning.</span><span>- A eficácia destas metodologias depende essencial e fundamentalmente da capacidade do autor/tutor em conceber, estruturar e gerir conteúdos e actividades adequadas ao contexto de formação (alunos, objectivos de aprendizagem, tecnologia), definindo um trajecto de aprendizagem significativa.</span><span>- O E-Learning é diferente da Educação à Distância:</span><span>. E-learning integra à distância o aluno em grupo de aprendizagem;</span><span>. Enuquanto na Educação à Distância o aluno está sozinho em casa.</span><span> </span></p>
<p><span>- O E-learning é flexível em termos de tempo, espaço e curricula.</span><span></span><span> </span></span><span> </span><span><span>2) <strong>Os componentes do E-learning são</strong>:</span></p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal"> <a href="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/06/untitled-1.jpg" title="Componentes do E-Learning"><img src="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/06/untitled-1.jpg" alt="Componentes do E-Learning" /></a></p>
<p><span><span>- A Web vai deixar de ser unidireccional, através de vários processos que permitem aos utilizadores serem activos (blog, youtube,…). Ou seja, pressupõe da parte do utilizador um domínio de um certo tipo de ferramentas. Vai haver um acréscimo da utilização de ferramentas da Web 2.0 para o E-learning.</span><span> </span></span><span><span><strong><span>3) Modelos de E-Learning:</span></strong><span><span>         </span></span></p>
<p></span><span><span></span>. <u>Tutorial baseado em conteúdos</u>.</span><span>Processo linear como a Educação à Distância (vêm-se conteúdos, faz-se teste de avaliação).</span><span><span>         </span></span></p>
<p><span><span></span>. <u>Comunicação</u></span><span>Síncrona ou assíncrona que replicam o sistema real do professor.</span><span><span>         </span></span></p>
<p><span><span></span>. <u>Ambiente de Ensino distribuído.</u></span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Sistema que permite ter acesso no mesmo espaço a várias ferramentas.</span></p>
<p><span><a href="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/06/esquema-1.jpg" title="Modelos de e-learning."><img width="499" src="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/06/esquema-1.jpg" alt="Modelos de e-learning." height="182" /></a></span><span> </span><span><strong>4) Concepções sobre o e-learning.</strong></span><span> </span></span><span><span>Seguidamente serão apresentadas algumas concepções sobre o e-Learning tidas pelas instituições:</span><span><span> </span> </span></p>
<p></span><span>O E-learning permite, com os mesmos custos, formar muitos mais alunos;</span><span><span>  </span>A taxa sucesso do e-learning é maior, devido à motivação dos alunos;</span><span><span> </span> O e-learning permite aprender em qualquer lugar e em qualquer momento, até em movimento;</span><span><span> </span> E-learning é fácil e barato: Basta instalar uma ferramenta e colocar as aulas na Web;</span><span> Os professores irão adaptar-se facilmente ao e-learning.</span><span> </span><span> </span><span><span>Concepções tidas pelos professores sobre o e-learning:</span><span><span>     </span></span></p>
<p></span><span><span></span></span><span><span> </span>- Com o e-learning vão ser necessários menos professores;</span><span><span> </span> O e-learning é para os professores mais jovens;</span><span><span> </span>Os professores do ensino superior adoram trabalhar com tecnologia;</span><span><span> </span> A educação presencial é sempre melhor;</span><span><span>  </span>É necessário mais tempo para o e-learning do que na formação presencial;</span><span><span> </span> O meu trabalho (conteúdos) vai ser roubado e usado por toda a gente;</span><span><span> </span> Incentivos profissionais são importantes para motivar os professores;</span><span> </span><span><span>Algumas concepções tidas pelos alunos sobre o e-learning:</span><span><span>         </span></span></p>
<p></span><span><span></span>- Os alunos não necessitam de formação porque são motivados para aprender com tecnologia;</span><span><span> </span></span><span> Os alunos gostam de aprender através do computador;</span><span><span> </span> É importante é motivador para os alunos que os cursos tenham animações, vídeo e áudio.</span><span><span> </span>Os alunos gostam de aprender no seu tempo livre.</span><span> </span><span> </span><span></span></p>
<p><span><strong>5) A Adaptabilidade do E-learning.</strong></span><span><strong> </strong></span><span><span>- Solução para algumas pessoas;</span><span>- Solução para algumas organizações;</span><span>- Soluções para algumas idades;</span><span>- Solução para alguns contextos sociais;</span><span> </span></p>
<p></span><span><strong>6) Metodologias de desenvolvimento.</strong></span><span><strong> </strong></span><span><span>- “Instructional Design é um processos sistemático de aplicação de princípios genéricos de aprendizagem e instrução no planeamento de materiais de aprendizagem” (Sara Mc Neil, University of Houston).</span></p>
<p></span><span><a href="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/06/esquema-2.jpg" title="Metodologia"><img src="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/06/esquema-2.jpg" alt="Metodologia" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span></span></strong></p>
<p><span><strong><span>1- Análise:</span></strong><span> Fazer levantamento de necessidades; definir metas de aprendizagem para o curso; seleccionar estratégias de ensino/aprendizagem adequadas ao curso, ao público alvo e à própria instituição.</span><span> </p>
<p></span><strong><span>2- Concepção</span></strong><strong><span>:</span></strong><span> Pré-requisitos que o aluno deve possuir antes de iniciar a aprendizagem; objectivos de aprendizagem para cada unidade; Identificar e sequenciar os passos de aprendizagem necessários para atingir os objectivos; desenvolver os métodos de avaliação que demonstram que o aluno atingiu os objectivos.</span><span> </p>
<p></span><strong><span>3- Desenvolvimento:</span></strong><span> Listar as actividades que irão ajudar os alunos a atingir os objectivos; seleccionar a metodologia de distribuição; Desenvolver/reutilizar os materiais formativos; sintetizar e sequenciar os recursos de forma a constituir um curso.</span><span> </p>
<p></span><strong><span>4- Implementação:</span></strong><span> Criar um plano de gestão do curso.</span><span> </p>
<p></span><strong><span>5- Avaliação:</span></strong><span> Rever e avaliar cada fase.</span></span></p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Formação avançada em Tecnologias no Instituto de Tecnologias avançadas para a formação, lda.</title>
		<link>http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/2007/06/15/formacao-avancada-em-tecnologias-no-instituto-de-tecnologias-avancadas-para-a-formacao-lda/</link>
		<comments>http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/2007/06/15/formacao-avancada-em-tecnologias-no-instituto-de-tecnologias-avancadas-para-a-formacao-lda/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 Jun 2007 16:11:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marta</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Formação]]></category>

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		<description><![CDATA[O ITA é uma instituição que actua no mercado português, desde 1986, na área da formação profissional, como entidade formadora acreditada no domínio da formação a distância, e que desde a sua fundação opera na área das “Tecnologias da Informação”.
 
No âmbito do POSC – Programa Operacional da Sociedade do Conhecimento, inserido nas medidas desconcentradas, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2"><font face="Arial"><strong><font color="#000080">O ITA</font> </strong>é uma instituição que actua no mercado português, desde 1986, na área da formação profissional, como entidade formadora acreditada no domínio da formação a distância, e que desde a sua fundação opera na área das <font color="#000080"><strong>“Tecnologias da Informação”</strong></font>.<br />
 <br />
No âmbito do <font color="#000080"><strong>POSC</strong></font> – Programa Operacional da Sociedade do Conhecimento, inserido nas medidas desconcentradas, o <strong><font color="#000080">ITA – Instituto de Tecnologias Avançadas para a Formação, Lda,</font></strong> apresenta um conjunto de cursos para a promoção das tecnologias, através de diferentes ferramentas.<br />
 <br />
O presente <strong><font color="#000080">Plano</font></strong> de Formação designado <font color="#000080"><strong>“Formação Avançada em Tecnologias” </strong></font>apresenta diferentes acções em formato <strong><font color="#000080">blended learning</font></strong>, com 25% de sessões presenciais e 75% a distância, nas zonas do <font color="#000080"><strong>Algarve, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Norte. </strong></font></font></font></p>
<p class="MsoBodyTextIndent2"><span><font color="#000080"><strong>1- INFORMAÇÕES GERAIS</strong></font></span></p>
<p class="MsoBodyTextIndent2"><span><strong><font color="#000080">DESTINATÁRIOS</font></strong></span></p>
<p class="MsoBodyTextIndent2"><span>Os presentes cursos destinam-se a:</span></p>
<ul>
<li>
<p class="MsoBodyTextIndent2"><span>Activos empregados</span></p>
</li>
<li>
<p class="MsoBodyTextIndent2"><span>Com qualificação de nível IV/V (Bacharelato/Licenciatura)</span></p>
</li>
</ul>
<p class="MsoBodyTextIndent2"><span><strong><font color="#000080">CARGA HORÁRIA</font></strong><br />
Acções de formação com a seguinte carga horária:</span></p>
<ul>
<li>
<p class="MsoBodyTextIndent2"><span>25% do total de horas em formação presencial, com 2 sessões (5h/cada);</span></p>
</li>
<li>
<p class="MsoBodyTextIndent2"><span>75% do total de horas em componente de formação à distância (30h).</span></p>
</li>
</ul>
<blockquote>
<ul>
<li>
<p class="MsoBodyTextIndent2"><span>4,5h de tutoria síncrona por cada curso/acção</span></p>
</li>
<li>
<p class="MsoBodyTextIndent2"><span>25,5 de Tutoria assíncrona/Auto-Estudo </span></p>
</li>
</ul>
</blockquote>
<p class="MsoBodyTextIndent2"><span><font color="#000080"><strong>RECURSOS PEDAGÓGICOS</strong></font><br />
<strong><font color="#000080">Recursos pedagógicos assíncronos</font></strong><br />
Para cada curso/acção, são distribuídos aos formandos os seguinte materiais pedagógicos:</span></p>
<blockquote>
<p class="MsoBodyTextIndent2"><span>- Um CD-ROM com as lições referentes a todo o conteúdo do módulo.<br />
- Um manual com as matérias do curso/acção.</span></p></blockquote>
<p class="MsoBodyTextIndent2"><span>Para cada nível, os recursos on-line disponibilizados aos formandos através da Internet são os seguintes:</span></p>
<ul>
<li>
<p class="MsoBodyTextIndent2"><span>Lições em vídeo streaming </span></p>
</li>
<li>
<p class="MsoBodyTextIndent2"><span>Actividades práticas </span></p>
</li>
<li>
<p class="MsoBodyTextIndent2"><span>Testes de auto-avaliação </span></p>
</li>
</ul>
<p>Visita o seguinte link sobre o <a href="http://www.ita.co.pt/posc/Cron_NRT.swf" title="Plano de Formação da região Norte">Plano de Formação avançada da região Norte.</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/2007/06/15/formacao-avancada-em-tecnologias-no-instituto-de-tecnologias-avancadas-para-a-formacao-lda/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Repositórios na Web</title>
		<link>http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/2007/06/11/repositorios-na-web/</link>
		<comments>http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/2007/06/11/repositorios-na-web/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Jun 2007 22:18:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marta</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Na aula de Educação á Distância do dia 1 de Junho de 2007, a Profª. Maria João Gomes explicitou alguns dos conceitos referentes aos repositórios na Web.
Numa escola, o contexto quando falamos de repositório é: arquivar, disponibilizar na Web recursos multimédia organizados de uma forma sistemática. Ou seja neste contecto, estamos a falar de repositórios orientados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na aula de Educação á Distância do dia 1 de Junho de 2007, a Profª. Maria João Gomes explicitou alguns dos conceitos referentes aos repositórios na Web.</p>
<p>Numa escola, o contexto quando falamos de repositório é: arquivar, disponibilizar na Web recursos multimédia organizados de uma forma sistemática. Ou seja neste contecto, estamos a falar de repositórios orientados em torno das comunidades escolares.</p>
<p>Ao nível das escolas vários repositórios podem fazer sentido:</p>
<p>- De carácter genérico (arquivo histórico, portefólio de registo);</p>
<p>- De carácter disciplinar (recursos de toda uma área disciplinar);</p>
<p>- De carácter documental/pedagógico</p>
<p>- Carácter documental/administrativo.</p>
<p>Uma das grandes qualidades que possuem os professores na educação, é a capacidade de apropriarem ferramentas que não são feitas para a educação, conseguindo adequa-las para determinado conteúdo.</p>
<p>Quando navegamos na Web, conseguimos encontrar diferentes tipos de repositórios:</p>
<p>- Repositórios que utilizam como suporte as páginas da Web,</p>
<p>- Repositórios de caráter geral para as várias disciplinas,</p>
<p>- Repositórios que recorrem a blogs,</p>
<p>Ou seja, verificamos que existem diferentes tipos de ferramentas utilizadas como repositórios que não foram especificamente pensadas para isso.</p>
<p>No entanto, existem também diversos tipos de sistemas específicos para o desenvolvimento de repositórios (o repositório da Universidade do Minho foi desenvolvido com uma ferramenta opensource).</p>
<p>Actualmente podemos encontrar ferramentas utilizadas para armazenar, disponibilizar e indexar conteúdos educativos. Neste contexto temos um misto entre Repositório e Directório. Por outro lado, à medida que os repositórios despertam interesse, o conceito torna-se pouco claro. Em suma podemos dizer que são perfis diferentes, pessoas diferentes que se movimentam em torno de um interesse comum.</p>
<p><strong>O que é um repositório para um professor ou para alguém com uma perspectiva mais técnica?</strong></p>
<p>Um repositório deve suportar mecanismos que permitam: importar, exportar, identificar, armazenar, disponibilizar bens digitais.</p>
<p>Ou seja, os repositórios são sistemas onde os conteúdos digitais são armazenados e podem ser pesquisados e consultados para uso futuro.</p>
<p>Assim sendo, esta questão dos repositórios torna-se um desafio para as escolas. As escolas têm de criar repositórios que possam integrar recursos de produção própria, por exemplo, há escolas que têm muitos materiais, conteúdos, exercícios intercativos, WebQuest, no entanto, a maior parte destes recursos estão dispersos e pouco sistematizados. É de salientar que já, várias escolas do Algarve criaram repositórios, onde já começaram a sistematizar e organizar os recursos. O mais difícil, prende-se com este aspecto: é necessário desenvolver cooperação e receptividade à crítica (ou seja, conseguir desenvolver práticas de colaboração entre os departamentos curriculares).</p>
<p>As grandes dificuldades na criação destes repositórios são:</p>
<p>- Falta de um repositório &#8220;central&#8221; que disponibilizem documentos que possam servir de suporte (ou seja, têm de ser licenciados);</p>
<p>- Inexistência de algumtipo de apoio jurídico (ou seja, formas de licenciamento), isso porque os professores não têm obrigação de saber tudas as coisas que se prendem com os direitos de autor. Muitas vezes seria importante, que já que temos de produzir conteúdos, ter também a quem recorrer para ter apoio jurídico.</p>
<p>- Falta de formação necessária, isso porque, nós professores estamos um pouco habituados a fazer tudo (conteúdo, informação, produto) e muitas vezes não conseguimos fazer com as melhores qualidades, porque não temos todas as competências necessárias.</p>
<p>Afim de colmatar estes aspectos a Dra. Maria João Gomes, propôs a seguinte ideia:</p>
<p>É necessário existir um portal (sistema) onde pudêssemos colectar os conteúdos educativos disponibilizados on-line com rigor científico e legalidade;  Seria importante termos acesso a algum tipo de acessoria; Ter apoio na produção dos conteúdos; inventariar software gratuito; e sobretudo criar sinergias entre as Universidades e as escolas de outros níveis de ensino.</p>
<p>Na segunda parte da aula tivemos a Oportunidade de receber o Dr. José Carvalho, que nos apresentou o repositório de conteúdos educativos que está actualmente a ser desenvolvido pela TecMinho.</p>
<p><a href="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/06/clip_image002.jpg" title="Repositório TecMinho"><img width="204" src="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/06/clip_image002.thumbnail.jpg" alt="Repositório TecMinho" height="106" /></a></p>
<p>  </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A evolução da Tecnologia</title>
		<link>http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/2007/06/11/a-evolucao-da-tecnologia/</link>
		<comments>http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/2007/06/11/a-evolucao-da-tecnologia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Jun 2007 21:19:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marta</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[No seguinte link poderás observar a evolução dos computadores.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No seguinte <a href="http://martabarroso.no.sapo.pt/Tecnologia/tecnologia.pps" title="tecnologia">link</a> poderás observar a evolução dos computadores.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Alguns dos Posters apresentados durante o Challenges 2007</title>
		<link>http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/2007/06/03/posters-apresentados-durante-o-challenges-2007/</link>
		<comments>http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/2007/06/03/posters-apresentados-durante-o-challenges-2007/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 03 Jun 2007 16:47:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marta</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CHALLENGES 2007]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante o Challenges a grande maioria dos Posters afixados tratava da iniciativa Escola, Professores e Computadores Portáteis.
Seguidamente apresentamos links referentes a alguns dos posters apresentados.
- Escola em plena forma / plataforma
- Podcast &#8220;Era uma vez&#8221;
- Web 2.0 - Uma experiência em língua estrangeira
- Iniciativa Escola, Professores e Computadores Portáteis:
        . Escola E.B 2/3 de Paços de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o Challenges a grande maioria dos Posters afixados tratava da iniciativa Escola, Professores e Computadores Portáteis.</p>
<p>Seguidamente apresentamos links referentes a alguns dos posters apresentados.</p>
<p>- <a href="http://martabarroso.no.sapo.pt/Blog/C1.jpg" title="Escola em plena Forma / Plataforma">Escola em plena forma / plataforma</a></p>
<p>- <a href="http://martabarroso.no.sapo.pt/Blog/C4.jpg">Podcast &#8220;Era uma vez&#8221;</a></p>
<p>- <a href="http://martabarroso.no.sapo.pt/Blog/C8.jpg" title="Web 2.0">Web 2.0 - Uma experiência em língua estrangeira</a></p>
<p>- Iniciativa Escola, Professores e Computadores Portáteis:</p>
<p>        . <a href="http://martabarroso.no.sapo.pt/Blog/C9.jpg" title="Escola E.B 2/3 Paços de Ferreira">Escola E.B 2/3 de Paços de Ferreira,</a></p>
<p>        . <a href="http://martabarroso.no.sapo.pt/Blog/C11.jpg" title="Escola secundária Tomaz Pelayo">Escola Secundária de Tomaz Pelayo</a></p>
<p>        . <a href="http://martabarroso.no.sapo.pt/Blog/C7.jpg" title="Escola Secundária Carlos Amarante">Escola Secundária Carlos Amarante</a></p>
<p>        . <a href="http://martabarroso.no.sapo.pt/Blog/C2.jpg" title="Escola Secundária/3 de Vila Verde">Escola secundária/3 de Vila Verde</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/2007/06/03/posters-apresentados-durante-o-challenges-2007/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Criação de E-Conteúdos Educativos para E-Learning.</title>
		<link>http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/2007/05/28/criacao-de-e-conteudos-educativos-para-e-learning/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 May 2007 21:37:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marta</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CHALLENGES 2007]]></category>

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		<description><![CDATA[        Sendo que uma das características da Educação a Distância é a necessidade de mediatizar a transmissão de conhecimentos. Assim sendo, actualmente fala-se muito de e-conteúdos, conteúdos digitais e até objectos de aprendizagem. Foi neste intuito que a no dia 18 de Maio de 2007 na V Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>        Sendo que uma das características da Educação a Distância é a necessidade de mediatizar a transmissão de conhecimentos. Assim sendo, actualmente fala-se muito de e-conteúdos, conteúdos digitais e até objectos de aprendizagem. Foi neste intuito que a no dia 18 de Maio de 2007 na V Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação, numa das sessões concorrentes a <strong>Engenheira Ana Dias e a Dra. Lia Oliveira </strong>referiram a importância da criação de e-conteúdos e-learning.</span></p>
<p><span></span><span><a href="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/05/f1.jpg" title="Eng. Ana Dias"><img src="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/05/f1.thumbnail.jpg" alt="Eng. Ana Dias" /></a>Ana Dias, salientou que  o desenvolvimento das tecnologias exige uma transferência de conhecimentos cuidada, pelo que é fundamental preparar os formadores/autores para o ambiente virtual no qual virão a desempenhar as suas funções. Neste sentido, criou-se o curso de “concepção de econteúdos para e-learning,”. O presente curso procura, assim, desenvolver o sentido de construção intercultural da sociedade global da era da informação, através da construção comum de um saber prático no domínio do e-learning.</span><span>A aplicação informática para concepção de conteúdos - <strong>Ferramenta de Autor para Professores</strong>, é baseada nesta estrutura de suporte, para que não sejam necessárias grandes adaptações para as várias áreas temáticas e cenários de aprendizagem. O <strong>Repositório de Objectos de Aprendizagem </strong>é a aplicação informática que permite organizar e gerir os ditos “objectos de aprendizagem” que se constituem como os e-conteúdos modeláveis nos mais diversos e-cursos. Os conteúdos podem assim ser desenvolvidos na ferramenta de autor, constituindo objectos de aprendizagem multimédia, que são classificados utilizando já um sistema de metadados (Dublin Core), podendo ser directamente exportados para o Repositório de Objectos de Aprendizagem Multimédia.</span></p>
<p><span></span><span><a href="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/05/lia.jpg" title="Dra. Lia Oliveira"><img src="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/05/lia.thumbnail.jpg" alt="Dra. Lia Oliveira" /></a>No que se refere aos Objectos de Aprendizagem, a Dra. Lia Oliveira, referiu que estes podem ser: uma pequena (menos de uma hora), fechada, experiência de aprendizagem, através da interacção Homem-Computador.  </span><span>Posteriormente estes conteúdos podem ser modelados em e-cursos, empacotados de acordo com as normas (SCORM) e integrados em LMS (como a Moodle e o Blackboard) para oferecer Cursos ou Unidades Curriculares em modalidade e-learning, b-learning e até presencial. Os cursos e-learning ou as unidades curriculares assim modelados podem ser implementados em qualquer plataforma e-learning (desde que a criação dos e-conteúdos e as plataformas utilizadas sigam as normas standards internacionais).</span><span></span><font size="2" face="TimesNewRomanPSMT"></font></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/2007/05/28/criacao-de-e-conteudos-educativos-para-e-learning/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>A docência presencial e on-line e o desafio comunicacional da cibercultura.</title>
		<link>http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/2007/05/26/a-docencia-presencial-e-on-line-e-o-desafio-comunicacional-da-cibercultura/</link>
		<comments>http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/2007/05/26/a-docencia-presencial-e-on-line-e-o-desafio-comunicacional-da-cibercultura/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 May 2007 10:06:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marta</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CHALLENGES 2007]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/2007/05/26/a-docencia-presencial-e-on-line-e-o-desafio-comunicacional-da-cibercultura/</guid>
		<description><![CDATA[        No dia 17 de Maio de 2007, na sessão de abertura da V Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação – Challenges 2007 -, tivemos a oportunidade de receber o Dr. Marco Silva da Universidade Estácio de Sá (Rio de Janeiro).
O Dr. Marco Silva é um Sociólogo da Educação que se apaixonou pelas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span>        No dia 17 de Maio de 2007, na sessão de abertura da V Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação – Challenges 2007 -, tivemos a oportunidade de receber o <strong>Dr. Marco Silva</strong> da Universidade Estácio de Sá (Rio de Janeiro).</span></p>
<p><span><a href="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/05/marco-silva.jpg" title="Dr. Marco Silva"><img src="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/05/marco-silva.thumbnail.jpg" alt="Dr. Marco Silva" /></a></span><span><span>O Dr. Marco Silva é um Sociólogo da Educação que se apaixonou pelas TIC e pela cibercultura. Autorde três livros:”Sala de aula interactiva” (Quartet, 4ª Ed. 2006), onde potencia as tecnologias como uma nova competência educacional; “Educação on-line” (Loyola, 2ª Ed. 2006), “Avaliação da aprendizagem em educação on-line” (Loyola, 1ª Ed. 2006).</span><span>Actualmente está cada vez mais a desenvolver-se a docência on-line na sala de aula interactiva. Este tipo de ensino revela quatro dimensões importantes, a altura, a largura, a operatividade e a interactividade (inteligência colectiva).</span><span>O Dr. Marco Silva referiu as ideias de três investigadores que criticam a pedagogia da transmissão:</span></span></p>
<p><span><span></span></span><span><span><a href="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/05/freire1.jpg" title="freire1.jpg"><img src="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/05/freire1.thumbnail.jpg" alt="freire1.jpg" /></a>- <strong>Para Paulo Freire</strong>, “a educação autêntica não se faz de A para B ou de A sobre B, mas de A com B”; Ensinar não é transmitir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção e construção.</span></span></p>
<p><span><span></span></span><span> </span><span><span></span></span><span></span><span><span></span><span><a href="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/05/levy.jpg" title="levy.jpg"><img src="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/05/levy.thumbnail.jpg" alt="levy.jpg" /></a>- <strong>Pierre Lévy</strong>, refere que a escola é uma instituição que há 5000 mil anos se baseia no falar-ditar do mestre, ou seja, durante 5000 mil anos houve a petrificação de um modelo; A principal função do professor não pode ser mais a difusão de conhecimento, mas deve ser feito de forma mais eficaz por outros meios.</span></span><span> </span></p>
<p><span></span><span><a href="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/05/barbero.jpg" title="barbero.jpg"><img src="http://martabarroso.tech-x-pert.org/blogs/files/2007/05/barbero.thumbnail.jpg" alt="barbero.jpg" /></a>- <strong>Jesús Martin Barbero</strong>, afirma que os professores só sabem raciocinar na transmissão linear separando emissão e recepção; aumentam o hiato entre a experiência cultural de que falam os professores e aquela outra de onde aprendem os alunos. Por esse facto os alunos querem uma nova postura comunicacional do professor. Sendo que o que há de mais precioso numa sala de aula é a participação colaborativa, que visa formar um cidadão consciente. </span><span><span>         </span></span></p>
<p><span><span></span>Os <strong>fundamentos da interactividade</strong> são:</span></p>
<p><span></span><span>- A <strong>participação – intervenção</strong>: O professor pressupõe a participação e a intervenção do aprendiz. Participar é muito mais que responder “sim” ou “não”;</span></p>
<p><span></span><span>- <strong>Bidirecionalidade – Hibridação</strong>: Comunicar pressupõe o recurso ao emissor-receptor. A comunicação é a produção conjunta da emissão e da recepção;</span></p>
<p><span></span><span>- <strong>Permutabilidade – Potencialidade</strong>: O emissor disponibiliza a possibilidade de múltiplas redes articulatórias. Ele não propõe uma mensagem fechada, ao contrário oferece informação em redes de conexões permitindo ao receptor ampla liberdade.</span><span><span>         </span>O professor disponibiliza múltiplas experimentações e expressões, disponibiliza uma montagem de conexões em rede que permite múltiplas ocorrências, é um formulador de problemas, um provocador de situações, um arquitecto de percursos e um mobilizador da experiência do conhecimento.</span><span><span>         </span>Na sala de aula on-line, equipada com diferentes interfaces (chat, blog, fórum, videoconferência, audioconferência, portefélio), o professor pode criar interactividade.</span><span>O professor ao tornar o ambiente virtual portador de: intertextualidade (conexões com outros sites ou documentos), intratextualidade (conexões no mesmo documento), multivocalidade, usabilidade, integração de várias linguagens:</span><span> Viabiliza e incentiva a comunicação síncrona (chat, videoconferência);</span><span><span> </span></span><span>Disponibiliza webmaps, mapas conceptuais, simulações e objectos de aprendizagem;</span><span> Promove a autoria cooperativa de criar instrumentos e critérios de avaliação;</span><span> E promove a avaliação contínua.</span><span><span>         </span></span></p>
<p><span><span></span>Todos estes aspectos são passíveis de serem realizados em ambiente on-line, onde todos estão a ser avaliados por todos.</span><span><span>         </span>Como forma de conclusão o Dr. Marco Silva salientou que a inclusão digital é algo de complexo, pois de facto, é necessário ir para além dos e-mail, do imposto de renda, da procura de emprego. Com a inclusão digital temos a possibilidade de utilizar a informática on-line, como cibercidadão, ou seja, temos a possibilidade de sermos cidadãos interactivos. </span></p>
]]></content:encoded>
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